Não te enfeitices de meus cristais
não espreites
são meus
são o que não reparto
o que ornamenta o pouco mais
que irá comigo
ónix, ágata, turmalina, esse quartzo
rosa, brancura, frio, espera
órgão que em fundo toca a solo
as músicas banais
do romance, do épico, da era
Do diamante tu não vês a pedra
talhada inteira, polida
Ninguém riscou
porque apenas é rija
Ninguém roubou
que está sempre escondida...
Vem, sente, e farás parte
do carbono que fez a minha vida!...
domingo, 9 de setembro de 2007
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